"A curiosidade é mais importante do que o conhecimento." A.E.

29/03/2011

System Of A Down - BIO


Lier! Killer! Demon! Back to the river Aras. Freedom!


O System Of A Down é uma banda californiana formada pelo quarteto de descendentes de armênios Serj Tankian (vocal), Shavo Odadjian (baixo), Daron Malakian (guitarra) e John Dolmayan (bateria). Em 1993, o vocalista Serj Tankian, então um vendedor de softwares na cidade de Los Angeles, conhece Daron Malakian, em um estúdio, durante um ensaio. Ambos músicos, ambos de origem armênia, ambos com ideias políticas semelhantes. Resolveram então criar uma nova banda. Surgiu assim a "Soil", contando ainda com Shavo Odadjian como o "manager" e baixista da banda, e tendo o baterista Andranik "Andy" Khatchadurian, substituído por John Dolmayan em 1995, ano em que Shavo se fixou como baixista permanente, deixando a posição de “manager”. Dessa forma, estava composto o grupo tal como o conhecemos hoje. Um grande mistério é o nome: Por que System Of A Down, Serj Tankian? "Vem de um poema do nosso guitarrista, Daron, chamado Victims Of A Down", explica Serj. "Ele trouxe-nos o poema, e System foi escolhido como uma palavra melhor e mais forte. O nome da banda significa um buraco cheio de gente que não é nada mais nada menos que a nossa sociedade." Serj, agora, pede às pessoas para "tirar o significado do nosso próprio nome. Significa diferentes coisas para pessoas diferentes. É essa a sua beleza. É como pintar um quadro na parede e perguntar 'O que acha?' É muito diferente a níveis pessoais e políticos. É de livre interpretação."

Defensores dos armênios (povo vítima de genocídio cometido pela Turquia, em 1915), e pouco tolerantes a guerras e violência, explodem em fúria contra os matadores legitimados pela política canhestra e demente que domina o mundo, e mesmo os Estados Unidos. Muitas das letras dizem respeito à violência política e moral de nosso tempo. Além de densas e tensas, as letras são, por vezes, de entendimento difícil, visto que não são escritas de forma tão direta quanto uma música punk tradicional, por exemplo. Mas é possível perceber a escória da sociedade em cada linha. “Humanos em todo lugar / enlatados, pessoas clichês não conseguem ousar”, sobre apatia (CUBErt); “Genocídio de uma raça inteira / levando embora todo o nosso orgulho”, obviamente sobre a Armênia (P.L.U.C.K.); “Batalhões de policiais revoltados / com beijos de balas de borracha / bastão de cortesia / serviço com sorriso”, ironizando a polícia em Deer Dance, além da já clássica “Boom!” (“Toda a vez que você solta a bomba / você mata seu Deus, seu filho nasce”), entre outras, de temáticas diversas.


A variedade de estilo e nível de experimentação na música do System Of A Down o tornou difícil de descrever, mas o grupo, em sua maior parte, manteve um estilo único em todo o seu corpo de trabalho. Este estilo tem sido chamado diversas vezes de metal alternativo, rock alternativo, art rock, rock experimental, hard rock, heavy metal, nu metal, metal progressivo e rock progressivo.

A banda não se considera parte do cenário do nu metal. O guitarrista Daron Malakian disse em entrevista à Guitar World se sentir satisfeito pela banda não ter sido levada para esse gênero. Durante um show em 2005 ele disse: "Costumam nos chamar de banda de nu metal, agora nos chamam de prog rock. Acho que vão dizer que nós somos qualquer coisa que seja popular."

Malakian declarou que: "Nós não pertencemos a nenhuma cena". De acordo com Tankian: "Para mim, System Of A Down não é uma banda progressiva. [...] Mas não é um típico projeto pop, obviamente. Nós definitivamente prestamos atenção à música para se certificar de que não é algo que alguém já ouviu antes".

A banda já usou uma grande variedade de instrumentos, incluindo o bandolim elétrico, guitarra barítono, guitarra acústica, ud, sitar e guitarra de doze cordas. As influências do grupo inclui músicas do Oriente Médio, Ozzy Osbourne, Dead Kennedys, Frank Zappa, Slayer, The Beatles e Van Halen. Malakian afirmou que: "Eu sou um fã de música. Eu não sou necessariamente um fã de uma banda qualquer." Dolmayan afirmou: "Eu não acho que soa como ninguém. Considere-nos o System Of A Down." Odadjian afirmou:" Você pode nos comparar com quem você quiser. Eu não me importo. Comparações e rótulos não tem efeito sobre esta banda. Fato é fato: nós somos quem nós somos e eles são quem eles são".

Discos




O primeiro cd surgiu quando um amigo do produtor Rick Rubin (que havia trabalhado com Slayer, Red Hot Chilli Peppers e outras bandas) levou-o até um dos shows do Soil e ele, empolgado com a banda, conseguiu um contrato com a American Recordings para produzir o primeiro álbum, autointitulado, em 1998. O debut foi certificado disco de platina nos Estados Unidos pela vendagem superior a um milhão de cópias. 

Os vocais são poesia abstrata apimentada por questões políticas e religiosas; e a parte instrumental de um rock pesado, irônico e solto das amarras dos compassos fizeram com que o System Of A Down rapidamente se destacasse. Em 2001 foi a vez de Toxicity ser lançado. O álbum simplesmente estourou no mundo todo e vendeu mais de seis milhões de cópias. Estreando em primeiro lugar nas paradas da Billboard, ainda gerou quatro singles que foram número um nas paradas americanas.

O sucesso mundial foi tão grande que em 2002 eles lançaram o Steal This Album com 16 músicas que eram sobras de estúdio. Esse álbum vendeu mais de dois milhões de cópias no mundo todo e seu single principal “Boom!” que fazia críticas abertas à política de George W. Bush foi um hit do movimento anti-guerra.

Em 2005, anunciaram o lançamento de um álbum duplo, que se chamaria Mezmerize e Hypnotize, porém, apesar de ser um álbum duplo ele seria diferente, pois seria lançado em duas partes, uma em maio e outra em novembro. Os álbuns são ligados de certa forma, pois juntando o encarte dos dois forma-se um desenho único, a canção de abertura do Mezmerize é "Soldier Side - Intro" e a canção de encerramento do Hypnotize é "Soldier Side", fazendo assim a ligação entre eles. Em janeiro de 2005 o SOAD volta oficialmente à ativa, participando do evento Big Day Out, em um total de sete shows, onde tocaram músicas inéditas, que seriam lançadas posteriormente em seu álbum duplo, as canções tocadas foram: "Kill Rock 'n Roll", "Holy Mountains", "Tentative" (única vez que tocaram ela ao vivo) e "Cigaro". Tocavam também pela primeira vez ao vivo a canção "Highway Song". No dia 24 de abril o SOAD realiza o terceiro show beneficente chamado Souls. Consequentemente, usaram cenas desse show para a realização do DVD Screamers, um documentário sobre o Genocídio Armênio.

Finalmente chega o mês de maio e o lançamento de Mezmerize, um álbum bem diferente do que estavam acostumados, pois era mais trabalhado e contava com maior participação de Malakian nos vocais, tanto como vocal principal quanto "fundindo" sua voz com a de Tankian. E contava com a canção vencedora do Grammy de melhor single, "B.Y.O.B.", que levou o disco ao topo das paradas em pelo menos doze países, e alcançou o primeiro lugar na Billboard 200, vendendo 800 mil cópias no mundo na primeira semana do seu lançamento. O segundo e último single "Question!" foi lançado com Shavo Odadjian tendo um papel importante na edição do videoclipe. Após o lançamento de Mezmerize, seguiu-se numa extensa turnê nos Estados Unidos e também no Canadá para promover o álbum. Nessa turnê, a banda já tocava a música com o nome do segundo álbum, "Hypnotize". E foi em um desses shows que fizeram a gravação do videoclipe de "Hypnotize", em Grand Rapids, em setembro. Nesse show, a canção foi tocada duas vezes, uma para o show e outra para o videoclipe.

Hypnotize, a segunda parte do álbum, foi lançada em 22 de novembro do mesmo ano e rapidamente atingiu a primeira posição da Billboard 200, vendendo 320 mil cópias, o que fez com que o SOAD entrasse numa lista onde apenas figuram os Beatles, Guns N' Roses e os rappers 2Pac e DMX como os artistas a conseguirem no mesmo ano dois álbuns na primeira posição das paradas. O novo álbum era muito semelhante ao primeiro, tão bem trabalhado quanto seu irmão gêmeo, Mezmerize, e contava também com maior participação de Daron nos vocais, o que desagradou alguns fãs, mas agradou a outros. O disco ainda teve uma edição especial dual disc, que contava com um DVD com o vídeo dos bastidores da gravação dos álbuns e os videoclipes de "B.Y.O.B." e "Question!".
Antes de lançarem o álbum duplo, a banda anunciou que havia aproximadamente 30 músicas prontas e que seriam dividas entre os dois álbuns, porém, apenas 23 foram escolhidas. Sendo assim, algumas ficaram de fora, são elas: "Hezze", "174", "Citadel", "Religious People", "Blowing Bubbles", "Annoying Car Alarm", "Antibiotics" e "Charades".

Em 2006, a banda fez o videoclipe de "Lonely Day", cuja canção foi indicada ao Grammy, porém, não ganhou. O SOAD então se prepara para entrar em nova turnê, com alguns shows no Canadá e então o Ozzfest. Pois após cancelarem a quarta edição do Souls (que foi anunciado antes), a banda anuncia que o Ozzfest vai ser a última turnê e que então eles vão entrar em uma pausa por tempo indeterminado (hiato), porém, não significava o fim da banda, era apenas um tempo para os membros fazerem outras coisas. Daron Malakian disse numa entrevista a MTV: "Não vamos acabar. Se esse fosse o caso não teriamos feito o Ozzfest. Após o Ozzfest, vamos fazer uma longa pausa e realizar os nossos próprios projetos. Como banda, temos estado juntos há mais de 10 anos, e eu penso que uma pausa seria algo saudável."

Até mesmo durante um concerto em Houston, no Texas, Malakian aproveitou um momento para desmentir os rumores que davam a banda por acabada: "Tem circulado diversos rumores sobre o nosso fim. Bem, não os ouçam. Nós quatro seremos sempre os System Of A Down!". A última atuação da banda foi em 13 de agosto de 2006 em West Palm Beach, na Flórida. No final do show, todos os quatro membros se abraçaram e se curvaram aos fãs como forma de agradecimento. "Hoje será o último concerto depois de tantos anos juntos. Voltaremos em breve. Só não sabemos quando" - palavras de Malakian.

Em abril de 2008, o guitarrista Daron Malakian e o baterista John Dolmayan deram uma entrevista para a revista Kerrang!. Quando falava-se muito que a banda tinha acabado, Malakian disse: "Todos saberemos quando voltar na hora certa." Dolmayan acrescentou, "Simplesmente voltaremos." Malakian voltou a falar: "Sim. Vou me sentir muito bem e feliz. Eu posso respeitar essa situação (o hiato) mais do que eu respeitaria uma situação como "o vocalista pegou a minha namorada" e esse tipo de besteira. Não, cara. Serj é uma pessoa muito importante para mim e eu sou para ele. É assim que termina. O mesmo para Shavo e John. E sempre seremos. Isso tudo foi uma parte grande de minha vida. Estivemos tocando juntos por muito tempo, cara. Passamos juntos por várias merdas, como amigos e companheiros de banda - Tivemos que dividir uma cama no Revenhon (Risos)!"

Em 2007, o vocalista Serj Tankian lançou um álbum solo intitulado Elect the Dead. Em março de 2010, Serj lançou seu disco com a Orquestra Filarmônica de Auckland, chamado Imperfect Harmonies.

Em 2008, o guitarrista Daron Malakian junto com o baterista John Dolmayan lançam um álbum autointitulado com sua nova banda, o Scars on Broadway. O SOB fez alguns shows nos Estados Unidos e Europa naquele ano, porém, cancelou vários shows no mesmo ano, acabando então a banda, sem nenhum motivo aparente. No dia 2 de maio de 2010, o Scars on Broadway volta com um show de reestreia no Troubador, clube de Los Angeles, Califórnia, onde, além das canções já conhecidas, executaram algumas novas. O show foi exclusivo para apenas 500 pessoas (capacidade máxima do Troubador) e contou com a participação de Shavo Odadjian em uma terceira guitarra, em algumas músicas.

Shavo Odadjian seguiu sua carreira como DJ na banda de rap/hip hop Achozen, mas nenhum álbum foi lançado até o momento. John Dolmayann também deu início a outra banda com alguns amigos, chamada Indicator. Mas até agora só fizeram alguns pequenos shows e nenhuma música gravada em estúdio.

Finalmente, em 29 de novembro de 2010, o System Of A Down anuncia em seu site oficial que fará alguns shows na Europa e nos EUA em 2011.

28/03/2011

Filme do FDS - Unrest (Cadáveres)


(Atenção: contem spoiler)





Nesse final de semana assistimos ao filme "Unrest (Cadáveres)", abaixo a sinopse e nossos comentários:

Unrest.

2006. 

Diretor: Jason Todd Ipson

Gênero: Terror






"Quatro estudantes no primeiro ano da faculdade de medicina têm seus limites testados enquanto trabalham num laboratório dissecando cadáveres. Após algumas aulas de anatomia lideradas pelo professor Dr. Blackwell, Alison, uma das estudantes começa a apresentar um comportamento estranho e passa a ter visões assustadoras. Mas ela, determinada a tirar notas altas acredita na sua sanidade, e duvida do sobrenatural. Porém, o terror começa, quando um dos seus colegas aparece morto de forma inexplicável no local. Enquanto autoridades afirmam que a morte do estudante foi por causa natural, Alison, que continua a ter as estranhas visões, começa a investigar o mistério e descobre que terá que enfrentar um espírito enfurecido para evitar outras mortes trágicas…”




Lady Darkness: Quando se ouve falar que no filme foram usados cadáveres verdadeiros, você cria certa expectativa, que é frustrada completamente.

"Cadáveres" não é nem de perto um filme de terror, no máximo um suspense, não dos melhores...

Com uma garota loira que é idêntica a Britney Spears na sua pior fase, totalmente paranóica, cenas nojentas e nem mesmo um susto durante todo o filme, "Cadáveres" é no mínimo uma decepção.

A historia não deixa de ser interessante, mas o filme poderia ser bem mais assustador, o ápice do filme se da quando a Britney fake fica presa com o namorado em um tanque cheio de cadáveres, o que foi facilmente resolvido quando ela, com sua força descomunal consegue empurrar a tampa do tanque para o chão.

Assim como em todo filme de "terror" o final é péssimo, sim, tem um segundo filme, mas o final poderia ser mais esclarecedor. 

Mais detalhe, efeitos especiais? Os diretores não sabem o significado disso...

Acho que o filme foi feito para desencorajar futuros estudantes de medicina.

Nota: 6.


Spider: A primeira impressão que tive enquanto assistia o filme era a de desconexão. Apesar do conteúdo tentar transparecer realismo, uma vez que os corpos presentes no filme são reais, a forma como a história foi apresentada deixa muito a desejar. 

Abro um parênteses aqui quanto aos corpos reais. É uma bela jogada de marketing uma vez que atrai a curiosidade dos espectadores. Envolve muita polêmica sendo bem antiético em determinado ponto de vista. Seja um conservador, alguém que defenda os direitos humanos ou mesmo que tenha ojeriza. É um ponto positivo, mas ainda assim não ajudou o filme a chamar a atenção.


Em relação ao terror não dá "arrepios" como o que se espera. Ao menos espanto e admiração não pude sentir. O que normalmente acontece quando vejo que o filme é bom sendo terror. Talvez um pouco mais de ação em relação aos assassinatos, e já que usa corpos reais, uma encenação do espírito (efeitos especiais) seriam muito bem vindos. 

Trata em suma de possessão de corpos, esteja ele vivo ou não e vingança por parte dos espíritos. O enredo é bem tosco e sem rítmo.

Indico para quem quer ver terror e está sozinho em casa a noite, sem fazer nada, e que veja convícto de que os corpos são reais. Assim consegue até gostar de alguma coisa no filme. (difícil...)

Decepcionante. 


Nota 6





=P=D

24/03/2011

Para descontrair...Você é o que você bebe!



Rock n' Roll: Pede qualquer coisa com alcool. Bebe até morrer sufocado no próprio vômito (referência a Jimi Hendrix).

Heavy Metal: Cerveja. Bebe demais e se mantém firme.

Thrash Metal: Pede gasolina.

Power Metal: Pede uma poção mágica.

Viking Metal: Pede hidromel. Fica extremamente bêbado, mas não cai.

Black Metal: Pede sangue de uma virgem.

White Metal: Pede água benta. Afinal, álcool é pecado.

Grunge: Pede Veneno. Não é atendido e decide comprar uma arma.

Rock Progressivo: Pede uma batida. Bebe pouco.

Metal Progressivo: Pede uma batida com tudo que tem direito. Pede várias esperando uma que chegue à perfeição. Fica bêbado e se torna um chato.

Hard Rock: Pede Jack Daniels. Fica bêbado e sai jogando TVs pelas janelas de hotéis.

Gothic Rock: Pede uma taça de vinho e diz que pensa em se matar.

Gothic Metal: Pede uma garrafa de vinho e logo depois se mata.

Doom Metal: Acha o vinho ruim e se mata.

Emocore: Não sabe o que escolher e começa a chorar.


Hardcore: Pede uma smirnoff ice ou qualquer coisa fraca para dizer que bebe.

Punk Rock: Pede uma cachaça barata, para não alimentar o sistema.

Glam Rock: Pede qualquer coisa colorida e brilhante.

New Metal: Pede a bebida mais forte querendo dar uma de bonzão e cai no primeiro gole

Indie Rock: Pede um refrigerante.

New Wave: Pede água.


=P

Onde encontrar camisetas??

Sei o quanto é dificil encontrar um bom site para comprar camisetas de bandas.

Já conheci vários, em alguns não aceitavam cartão de crédito, em outros o preço do frete era exorbitante ou havia pouca variedade.

Depois de muito procurar, encontrei um site perfeito! A camisetas são iradas, o preço é bom, inclusive o frete e aceitam qualquer cartão de crédito.

Olhem só esses dois modelos que eu, particularmente, preciso ter:






São do site: http://www.stamp.com.br/
Visitem! Além de camisetas eles tem acessórios muito legais. =D

Welcome to Hell

Se você curte rock n roll de verdade, esta no lugar certo.

Aqui você encontra tudo relacionado à sua banda favorita, desde fotos, artigos, imagens, vídeos, notícias e downloads.

O blog surgiu da necessidade que tinhamos de encontrar curiosidades, detalhes, informações sobre nossas bandas favoritas em um só lugar e nada melhor do que compartilhar isso com vocês. Também vamos explorar outras áreas que possam ou não envolver o rock, tais como: filmes, seriados, tecnologia, enfim, o que vier na mente.

Gostaríamos que vocês interagissem com a gente, nos enviando críticas, elogios, comentários, dicas e tudo o mais que possa acrescentar ao nosso espaço.

Então... Enjoy!

Hey man look at me rockin' out
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